Amigo da onça espera o outro ficar bêbado e carca o ferro sem dó

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Delegacia de Colatina, onde Anezinho foi pedir socorro contra o amigo da onça (Foto: reprodução)

Se você é daqueles que costuma se embriagar na companhia de amigos, tome cuidado para não acontecer com você o que aconteceu com o Sr. Anezinho, em Colatina/ES, na última sexta-feira, 18. Ele deu bobeira de ficar bêbado e seu amigo, aproveitando-se da situação, lhe carcou a preguiçosa sem dó.

 

Anezinho, que não se conforma, disse que estava na casa de Wilson tomando pinga às 09h55m e acabou ficando ruim. Wilson, vendo que o amigo estava facim, facim, o levou para o quarto, endureceu a vara, envernizou a danada, desceu as calças do amigo, cuspiu e tacou o instrumento sexual até o cabo.

 

Mesmo mais bêbado que peru em véspera de Natal, Anezinho sentiu a dor dilacerante da penetração e deu um berro que foi ouvido no outro quarteirão. A cachaçada de Anezinho passou na hora e ele foi direto à 15ª Delegacia Regional, onde contou sua história trágica e pediu providências contra o amigo.

 

Diante do drama da vítima, os policiais tiveram que fazer de tudo para não rir de sua desventura. Anezinho disse que ele e Wilson são amigos antigos e sempre beberam juntos, e que não entende como aquilo foi acontecer. “Nunca dei a ele essa liberdade e nunca aconteceu isso antes”, disse ele à polícia.

 

Como terá que ficar um bom tempo sentando em almofadas, tomando banhos de assento e usando analgésicos para acalmar a dolorosa reminiscência da penetração não consentida, Anezinho disse que a partir de agora não mais tomará bebidas alcoólicas em companhia de amigos.

 

“Isso foi uma traição comigo. Éramos amigos de bebedeiras há tempos e nunca houve nada disso. Ele só podia estar possuído por algum Exu ruim. Só pode”, disse Anezinho, que nem imaginava que a entidade da qual Wilson estava possuído era, na verdade, o Caboclo Chupa Rolha.

 

Os policiais não informaram quais as medidas serão tomadas contra Wilson, mas ele poderá ser indiciado por estupro, crime previsto no artigo 213 do Código Penal Brasileiro. De qualquer forma, para os policiais do plantão naquele dia, foi a primeira vez que tiveram que registrar um B.O. desses.

 

 

 

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