Gays rodam à baiana e criam unidade militar para combater o Estado Islâmico

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A nova unidade militar exibe o cartaz de sua criação (Foto: reprodução)

Ao que tudo indica o tempo ficou rosa lá pelos lados da Síria, com o surgimento da primeira unidade militar para combater o Estado Islâmico no país formado por integrantes da comunidade LGBT. Essa unidade conta com voluntários internacionais, que prometem caçar os extremistas.

 

O Grupo, formado por voluntários internacionais, é chamado de TQILA, sigla em inglês para Exército da Liberação e Insurreição Queer, formado sob a guarda das Forças de Guerrilha do Povo Revolucionário Internacional, que se trata de um grupo anarquista que participa do combate aos extremistas.

 

O Estado Islâmico pune homossexuais atirando-os do alto de edifícios (Foto: reprodução)

De acordo com Heval Rojhilat, o grupo, cuja criação foi comunicada na página do Twitter, estava cansado das imagens de homens gays sendo arremessados de telhados e apedrejados até a morte. Para o Estado Islâmico o homossexualismo é um crime punido com a morte.

 

No comunicado o grupo informa que é subgrupo das Forças de Guerrilha do Povo Revolucionário Internacional, composto por “companheiros LGBTQI+, e de outros que buscam esmagar o binarismo de gênero e avançar na revolução feminina e também na revolução sexual e de gênero mais ampla”.

 

A Unidade Gay de Combate ao Estado Islâmico divulgou fotos nas redes sociais mostrando soldados mascarados e armados carregando um cartaz com os dizeres: “Essas bichas matam fascistas”. Ao fundo, combatentes seguram bandeira arco-íris símbolo da comunidade LGBT.

 

Eles exibem também um cartaz de fundo rosa com a logo do grupo e uma AK-47. Ainda de acordo com o porta-voz, o TQILA critica também “os conservadores cristãos no mundo ocidental por ataques à comunidade LGBT ao longo da história, em uma tentativa de silenciar e apagar sua existência”.

 

 

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