Mulher condenada por fingir ser homem e usar pênis falso para traçar amiga

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Gayle Newland foi condenada por se passar por homem e usar sexualmente a amiga (Foto: reprodução)

Condenada a seis anos e meio de prisão por três agressões sexuais, a gerente de Marketing Gayle Newland, 27 anos, que fingiu ser homem para manter relações sexuais com uma amiga usando um pênis falso, foi levada hoje para uma prisão, onde deverá cumprir sua pena.

 

Gayle já tinha sido condenada a oito anos de prisão em seu primeiro julgamento em setembro de 2015, mas foi solta por força de uma apelação. Agora, no novo julgamento realizado em Manchester, no Reino Unido, o júri a considerou culpada em três acusações de agressão sexual com penetração.

 

As duas se conheceram pelo facebook em 2011, com Gayle usando um nome masculino, Kye Fortune, no perfil. Com o tempo passaram a falar pelo telefone, e por fim concordaram em se encontrar em 2013, tendo Gayle persuadido a vítima a usar venda nos olhos nas dez vezes em que praticaram sexo.

 

Além de disfarçar a voz se passando por um homem metade filipino e metade latino, a criminosa disfarçou os seios com uma fita adesiva e usou uma roupa de banho para amenizar as curvas do corpo. Elas passaram mais de cem horas juntas, mas da última vez a vítima retirou a venda e descobriu a farsa.

 

Ao notar que Gayle usava um pênis falso, a vítima se sentiu enganada e chamou a polícia, que prendeu a acusada. Ela se defendeu dizendo que a vítima sempre soube que ela se passava por homem, e que o ato era jogo sexual das duas, que sofriam por serem lésbicas.

 

A desculpa não colou e o juiz Roger Dutton, em sua sentença, disse que Gayle “brincou com os sentimentos, agindo unicamente para sua própria satisfação sexual, sem levar em conta o impacto devastador que a descoberta da verdade traria à vítima”.

 

Em seu primeiro julgamento o juiz já tinha considerado a farsa uma decepção cruel e insensível, e em sua sentença disse: “Você é uma jovem mulher inteligente, obsessiva, altamente manipuladora, enganosa e completamente determinada”.

 

Enquanto aguardava o seu primeiro julgamento em 2015, Gayle Newland chegou a criar dez identidades falsas para receber pagamentos na época em que trabalhava em uma agência de marketing.

 

 

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